As causas mais comuns de dor no quadril em atletas

quadril e atletas

Atletas, no entanto, muitas vezes têm dor no quadril causada por impactos diretos e síndromes por uso excessivo. É importante que o atleta preste atenção à dor logo no início, a fim de prevenir o desenvolvimento de uma condição crônica. Aqui estão algumas das causas mais comuns de dor no quadril em atletas:

  • Luxações e tensões na virilha
  • Síndrome da banda iliotibial
  • Artrose do Quadril
  • Contusão da crista ilíaca
    – Uma contusão da crista ilíaca é uma lesão aguda e dolorosa causada por um impacto direto na crista ilíaca da pélvis. A lesão pode causar sangramento nos músculos abdominais ou abdutores do quadril que se ligam à crista ilíaca. O osso e o músculo que a cobrem se machucam com frequência, e a dor pode ser intensa. Equipamento de proteção adequado pode ajudar a evitar essa lesão e primeiros socorros imediatos e descanso pode acelerar a recuperação.
  • Distensão dos Isquiotibiais
  • Síndrome de Iliopsoas
    – Dor na virilha e na parte superior da coxa, rigidez e sensação de estalos no quadril são sinais comuns de lesões no iliopsoas. Esse tipo de dor no quadril pode estar relacionado à bursite do iliopsoas (irritação e inflamação da bolsa sinovial do iliopsoas) ou à tendinite do iliopsoas (irritação e inflamação do tendão iliopsoas). A condição ocorre com mais frequência em ginastas, dançarinos e atletas de atletismo que realizam repetidos movimentos de flexão do quadril.
  • Bursite do Quadril
  • Síndrome do Piriforme
  • Fratura por Estresse do Quadril
  • Dor e Lesão no Cóccix
  • Sacroileíte
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Esportiva-Brasília
Esportiva-Brasília

Dr. Márcio R. B. Silveira, criou a Clínica Salus Ortopedia e Fisioterapia em Brasília-DF, para atuar principalmente no tratamento de lesões de cartilagem, buscando sua reparação e transplante; lesões de menisco com sutura em crianças e reparo; rupturas ligamentares articulares e sua reconstrução biológica e prevenção; tratamento da artrose, com medidas medicamentosas e artroplastias; tendinites e rompimento de tendões provocadas tanto por atividades esportivas, como por alterações degenerativas; fraturas em idosos que apresentam ossos mais frágeis; e enfoque na reabilitação muscular e postural, através de protocolo exclusivo baseado na análise cinemática da marcha.

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